
Gestão de carbono, ESG, descarbonização e EPDs abrangem múltiplas dimensões da sustentabilidade na construção. Inclui plataformas que calculam emissões de condomínios e projetos (energia, gás, resíduos, água) usando ACV (Avaliação de Ciclo de Vida) e contabilidade de carbono, integrando dados de materiais, quantidades (BIM/planilhas), fatores de emissão e EPDs. Essas ferramentas propõem ações de mitigação para obter certificações ESG (LEED, AQUA, Procel) e suportam especificações e compras de baixo carbono. EPDs (Environmental Product Declarations) permitem comparar materiais com base em dados auditáveis de impacto, incluindo carbono incorporado.
No Brasil, isso se conecta à pressão ESG de incorporadoras, financiamento e compras corporativas, criando um ciclo de demanda por dados confiáveis de fornecedores. Iniciativas como o CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável) e compromissos de grandes construtoras estão organizando o setor. A tecnologia é emergente mas ganha força em edifícios de alto padrão, escritórios e como diferencial de valorização imobiliária e acesso a crédito verde.
O sinal de mudança é a passagem de 'sustentável por narrativa' para 'sustentável por métricas', com auditoria e comparabilidade entre alternativas de projeto. Isso cria incentivos financeiros para adoção de materiais sustentáveis e eficiência energética, reorganizando escolhas de projeto, materiais e processos, e impulsionando a descarbonização do setor.
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