
Risco climático no crédito e seguro imobiliário refere-se à precificação de enchentes, calor e deslizamentos em financiamentos, seguros e valuation de ativos construídos. Eventos extremos já afetam sinistralidade, manutenção e valor de ativos, exigindo avaliação de riscos climáticos em decisões financeiras e de seguro.
No Brasil, o sinal de mudança é a incorporação de mapas de risco (enchentes, escorregamentos, ilhas de calor) em decisões de crédito, seguro e licenciamento. Isso altera onde e como se constrói: exige projetos mais resilientes, infraestrutura de drenagem e padrões de manutenção, e pode restringir ou encarecer empreendimentos em áreas vulneráveis, especialmente relevante onde eventos climáticos extremos são crescentes.
O sinal de mudança é a transformação de decisões financeiras e de seguro que ignoram riscos climáticos para decisões que incorporam avaliação de riscos, criando novos modelos de precificação que refletem vulnerabilidade climática, especialmente relevante onde eventos extremos já impactam valor e sinistralidade.
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