
Resiliência climática do ambiente construído envolve design, materiais, técnicas e planejamento para preparar edifícios, distritos e infraestrutura urbana para eventos climáticos extremos como enchentes, secas e ondas de calor. Em escala de edifício, envolve design, materiais e técnicas específicas. Em escala distrital, inclui áreas urbanas planejadas ou retrofitted com infraestrutura verde, sistemas de drenagem, geração distribuída, armazenamento de água e planos de contingência. Em escala urbana, envolve tecnologias, planejamento e governança para preparar e responder a eventos extremos.
No Brasil, é crítica dado aumento de frequência e intensidade de eventos extremos, oferecendo proteção para comunidades, continuidade de serviços e redução de perdas econômicas. A tecnologia está sendo adotada em projetos que buscam aumentar resiliência, especialmente relevante onde eventos climáticos extremos são crescentes e causam grandes impactos.
O sinal de mudança é a transição de infraestrutura que assume condições climáticas estáveis para infraestrutura resiliente que se adapta e resiste a eventos extremos, criando novos modelos de design, construção e gestão que antecipam mudanças climáticas, especialmente relevante onde vulnerabilidade climática é alta e eventos extremos são crescentes.
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