
O reuso adaptativo muda a lógica de demolição e reconstrução para transformação de estruturas existentes, preservando carbono incorporado e infraestrutura urbana. Essa abordagem converte tipologias (comercial para residencial, industrial para uso misto) através de intervenções que adaptam estruturas existentes para novos usos, reduzindo impacto ambiental e custos de construção.
No Brasil, isso responde à vacância em centros urbanos, à demanda por moradia bem localizada e às restrições de custo e tempo. A tecnologia está sendo adotada em projetos que buscam revitalizar áreas centrais e criar moradia acessível em locais bem localizados, especialmente relevante dado o estoque de edifícios vazios e a necessidade de moradia urbana.
O sinal de mudança é que esse modelo exige novas competências (engenharia de avaliação, reforço estrutural, regularização e aprovação) e novos modelos de negócio para viabilizar projetos financeiramente, criando novas oportunidades para profissionais especializados e investidores interessados em reuso urbano.
Follow us for weekly foresight in your inbox.