
Funcionários residindo no local sob condições separadas descreve a prática de funcionários de serviços (porteiros, zeladores, empregadas domésticas) residirem em edifícios onde trabalham, mas sob condições habitacionais distintas e separadas dos moradores. Isso inclui quartos de empregada, dependências de serviço e espaços habitacionais que são funcional e simbolicamente separados das unidades principais. Funcionários de serviços (porteiros, zeladores, empregadas) residindo em edifícios sob condições habitacionais separadas e distintas dos moradores, criando estratificação social dentro de edifícios.
No Brasil, especialmente em edifícios de médio e alto padrão, residência de funcionários no local é uma prática comum que cria estratificação social dentro de edifícios. Funcionários residem em espaços separados, com acesso e condições distintas, especialmente relevante onde serviços domésticos são comuns e residência no local é necessária ou conveniente.
O sinal de mudança é a transformação de edifícios de espaços socialmente homogêneos para espaços com estratificação social interna, onde hierarquia social é expressa através de condições habitacionais distintas dentro de um mesmo edifício. Isso impacta design arquitetônico (criação de espaços separados), relações sociais (hierarquia dentro de edifícios), políticas trabalhistas (condições de residência) e qualidade habitacional (acesso diferenciado), especialmente relevante onde serviços domésticos são comuns e estratificação social é aceita.
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