
Divisão de aluguel no estoque existente refere-se a práticas de compartilhamento de unidades habitacionais onde múltiplas pessoas ou famílias dividem aluguel, custos e espaços dentro de unidades originalmente projetadas para uso individual ou familiar. Esses acordos frequentemente ocorrem sem contratos formais, sem registro em imobiliárias e fora do mercado de locação institucionalizado, criando modelos adaptativos de acesso à moradia. Acordos informais de divisão de aluguel e compartilhamento de unidades habitacionais existentes, criando modelos de locação adaptativos fora do mercado formal.
No Brasil, especialmente em áreas centrais de grandes cidades e em períodos de alta pressão por moradia, a divisão de aluguel é uma prática comum que permite acesso a localizações desejáveis através de compartilhamento de custos. Estudantes, trabalhadores migrantes e famílias de baixa renda frequentemente dividem apartamentos ou casas, criando arranjos informais que respondem a restrições financeiras e necessidade de flexibilidade, especialmente relevante onde mercado formal de locação é inacessível ou inflexível.
O sinal de mudança é a transformação de locação de modelo individual/formal para modelos compartilhados/informais como resposta adaptativa a pressões de mercado, onde habitação funciona como ativo flexível que se adapta a necessidades e recursos disponíveis. Isso impacta mercado imobiliário (demanda por unidades flexíveis), regulação (necessidade de reconhecer arranjos informais), políticas habitacionais (programas que apoiem compartilhamento) e modelos de negócio (plataformas que facilitem divisão de aluguel), especialmente relevante onde acesso à moradia formal é restrito e flexibilidade é necessária.
Follow us for weekly foresight in your inbox.