
Gentrificação tecnológica descreve como a adoção maciça de tecnologias (portaria remota, lockers, automação) pode elevar as taxas condominiais ou valorizar excessivamente o imóvel, deslocando moradores antigos que não conseguem acompanhar os custos. Esse fenômeno cria 'ilhas de eficiência' acessíveis apenas a estratos mais ricos, exacerbando a segregação urbana. Gentrificação verde descreve o processo onde melhorias em infraestrutura sustentável (parques, mobilidade, saneamento) valorizam áreas urbanas, deslocando populações de baixa renda.
No Brasil, destaca a necessidade de políticas habitacionais que garantam que a modernização urbana e tecnológica beneficie a todos os residentes. A tecnologia está sendo adotada em condomínios de médio e alto padrão, mas pode criar barreiras de acesso para populações de baixa renda, especialmente relevante em áreas urbanas onde modernização tecnológica e verde valorizam imóveis.
O sinal de mudança é o reconhecimento de que modernização tecnológica e sustentável precisa ser inclusiva, criando novos desafios de política habitacional que garantam acesso universal, especialmente relevante em contextos onde tecnologias e melhorias ambientais podem excluir populações vulneráveis.
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