
Subdivisão informal de unidades habitacionais descreve a prática de dividir unidades habitacionais existentes (apartamentos, casas) em múltiplos espaços menores para locação, criando modelos de micro-habitação através de adaptação do estoque existente. Essas subdivisões frequentemente ocorrem sem licenças, sem projetos técnicos e sem adequação a normas de habitabilidade, respondendo a pressão por moradia acessível e necessidade de geração de renda através de locação. Divisão de unidades habitacionais existentes em espaços menores para locação, criando modelos de micro-habitação através de adaptação do estoque existente.
No Brasil, especialmente em áreas centrais densas e em edifícios antigos, a subdivisão informal é uma prática comum que permite acesso a localizações desejáveis através de unidades menores e mais acessíveis. Proprietários dividem apartamentos grandes em múltiplos quartos ou unidades menores, criando oferta de moradia acessível que responde a demanda não atendida pelo mercado formal, especialmente relevante onde pressão por moradia é alta e estoque existente pode ser adaptado.
O sinal de mudança é a transformação de estoque habitacional de unidades fixas para unidades adaptáveis que se subdividem em resposta a pressões de mercado, onde habitação funciona como ativo que se flexibiliza para atender diferentes necessidades e recursos. Isso impacta mercado imobiliário (oferta de micro-habitação), regulação (necessidade de reconhecer e regularizar subdivisões), políticas habitacionais (programas que apoiem adaptação de estoque) e qualidade habitacional (riscos de habitabilidade inadequada), especialmente relevante onde demanda por moradia acessível não é atendida pelo mercado formal e adaptação de estoque é necessária.
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