
Hubs de resiliência combinam geração local, armazenamento, conectividade e protocolos de operação para manter serviços essenciais (saúde, abrigos, comunicação) durante apagões, enchentes ou desastres. Estruturas locais com energia, conectividade e água para manter serviços em crises, oferecendo infraestrutura local resiliente.
No Brasil, são um sinal emergente em cidades expostas a extremos climáticos, conectando edifícios a estratégias de proteção territorial. A tecnologia está sendo desenvolvida para aumentar resiliência local, especialmente relevante onde eventos extremos podem interromper serviços essenciais.
O sinal de mudança é a criação de infraestrutura local resiliente que mantém serviços essenciais durante crises, criando novos modelos de proteção territorial que conectam edifícios com estratégias de resiliência, especialmente relevante onde eventos extremos são frequentes e continuidade de serviços essenciais é crítica.
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