
Migração de regiões menos dinâmicas para centros urbanos, imigração venezuelana, haitiana e de outros países, além de mobilidade interna pós-pandemia criam pressões localizadas por moradia acessível. Esses fluxos populacionais regionais e internacionais alteram padrões de demanda, densidade e tipologia de moradia, criando novos desafios habitacionais.
No Brasil, isso se manifesta em ocupações informais, sobrecarga de infraestrutura e necessidade de soluções rápidas. A tecnologia está sendo utilizada em políticas habitacionais que buscam responder a essas dinâmicas, especialmente relevante onde fluxos populacionais criam pressões por moradia.
O sinal de mudança é o reconhecimento dessas dinâmicas em planejamento habitacional, programas sociais e financiamento, com impacto em localização, tipologia e velocidade de entrega, criando novos modelos de política habitacional que respondem a fluxos populacionais, especialmente relevante onde migração e imigração alteram demandas habitacionais.
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