
Loteamentos informais e ocupações consolidadas são assentamentos que surgem sem planejamento urbano formal, licenças ou aprovações, mas que se consolidam ao longo de décadas criando tecido urbano funcional. Assentamentos informais que se consolidam ao longo do tempo, criando tecido urbano sem planejamento formal, mas desenvolvendo infraestrutura básica (ruas, drenagem informal, conexões elétricas), serviços comunitários e relações de vizinhança.
No Brasil, esses assentamentos representam uma parcela significativa do território urbano, especialmente em periferias metropolitanas. Iniciam como ocupações de terras públicas ou privadas, loteamentos irregulares ou invasões, mas com o tempo se consolidam, especialmente relevante onde acesso a planejamento formal é limitado.
O sinal de mudança é reconhecer que a 'informalidade' não é temporária ou excepcional, mas parte estrutural da produção do espaço urbano brasileiro. Esses assentamentos desafiam dicotomias entre formal/informal, legal/ilegal, e exigem políticas de regularização, urbanização e integração que reconheçam sua consolidação e valor social, ao mesmo tempo que endereçam déficits de infraestrutura, segurança jurídica e qualidade urbana, especialmente relevante onde informalidade é estrutural e requer políticas específicas.
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