
Exclusão digital e acessibilidade aborda barreiras de acesso, custo e conhecimento que limitam adoção de tecnologias digitais em condomínios de baixa renda (falta de conectividade, custos proibitivos, baixa literacia digital e resistência cultural) e a exclusão de idosos e pessoas com deficiência quando interações humanas (porteiros) são substituídas por interfaces digitais (apps, totens). O design inclusivo de tecnologias condominiais torna-se uma questão de governança e direito à moradia, exigindo interfaces simplificadas e alternativas analógicas de contingência.
No Brasil, é crucial desenvolver soluções acessíveis e inclusivas para evitar aprofundar desigualdades. A tecnologia está sendo adotada em condomínios de médio e alto padrão, mas cria barreiras para populações vulneráveis, especialmente idosos e pessoas com deficiência que dependem de interações humanas.
O sinal de mudança é o reconhecimento de que digitalização não pode excluir, exigindo novos modelos de design inclusivo e alternativas analógicas que garantam acesso universal, especialmente relevante em contextos onde tecnologias digitais substituem serviços humanos mas não podem deixar ninguém para trás.
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