
A digitalização e descentralização de infraestrutura levantam questões sobre equidade: quem tem acesso a tecnologias avançadas, conectividade de qualidade e serviços resilientes? Debate sobre acesso universal, equidade territorial e responsabilidades públicas, oferecendo análise de questões de direito à cidade.
No Brasil, o debate sobre direito à cidade inclui garantir que a modernização de utilities beneficie periferias e populações vulneráveis, não apenas áreas centrais e mercados solventes. A tecnologia está sendo utilizada para endereçar questões de equidade, especialmente relevante onde desigualdade territorial é estrutural.
O sinal de mudança é o reconhecimento de que infraestrutura precisa ser acessível universalmente, criando novos modelos de política e tecnologia que garantem acesso equitativo, especialmente relevante onde modernização pode beneficiar apenas áreas centrais e mercados solventes mas precisa beneficiar todos.
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