
Edifícios sem estacionamento ou com poucas vagas representam uma mudança paradigmática no planejamento urbano brasileiro, onde tradicionalmente há exigências mínimas de vagas por unidade. Esses projetos priorizam localização próxima a transporte público, mobilidade ativa (bicicletas, caminhada) e uso mais eficiente do solo, reduzindo custos de construção, pegada de carbono e dependência de veículos. Projetos residenciais que eliminam ou minimizam estacionamento, priorizando mobilidade ativa, transporte público e uso do solo.
No Brasil, enfrenta resistência regulatória e cultural, mas ganha tração em áreas centrais bem servidas por transporte público, especialmente em projetos de habitação social e empreendimentos orientados a trânsito (TOD). A tecnologia está sendo utilizada para reduzir dependência de veículos, especialmente relevante onde políticas de mobilidade sustentável são prioridade.
O sinal de mudança é a desvinculação entre moradia e propriedade de veículo, alinhada com políticas de mobilidade sustentável e redução de emissões urbanas, especialmente relevante onde redução de dependência de veículos e mobilidade sustentável são prioridades.
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