
Compressão do raio de vida cotidiana descreve a redução da distância funcional entre moradia, serviços e trabalho, criando pressão por tipologias habitacionais e uso do térreo que permitam acesso a pé ou por transporte de curta distância. Mudanças nos padrões de trabalho (trabalho remoto, híbrido), preferências por proximidade (walkability, 15-minute city), custos de transporte e busca por qualidade de vida estão pressionando por desenvolvimento urbano que comprime distâncias funcionais, criando bairros onde moradia, trabalho, comércio e serviços estão próximos. Essa compressão pressiona tipologias habitacionais (unidades menores mas bem localizadas, co-living, unidades flexíveis) e uso do térreo (mais comércio e serviços locais, menos estacionamento, mais espaço público) para criar proximidade e acessibilidade.
No Brasil, especialmente em áreas centrais de grandes cidades e em novos desenvolvimentos que buscam criar bairros completos, a compressão do raio de vida cotidiana está se tornando um princípio de planejamento. A tecnologia está sendo utilizada para criar desenvolvimentos que integram moradia, trabalho e serviços, especialmente relevante onde preferências por proximidade, custos de transporte e qualidade de vida pressionam por desenvolvimento mais compacto e acessível.
O sinal de mudança é a transição de desenvolvimento urbano baseado em separação de usos e dependência de transporte motorizado para desenvolvimento compacto que comprime distâncias funcionais, criando bairros completos onde moradia, trabalho e serviços estão próximos. Isso impacta tipologias habitacionais, uso do solo, mobilidade urbana, modelos de negócio imobiliário e qualidade de vida, especialmente relevante onde preferências por proximidade, sustentabilidade e qualidade de vida pressionam por desenvolvimento urbano mais compacto e acessível.
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