
Casas sem condomínio representam a forma predominante de habitação no Brasil, especialmente em periferias urbanas, áreas rurais e pequenas cidades. Diferente de edifícios condominiais, essas moradias são unidades individuais em lotes próprios, sem gestão coletiva, áreas comuns compartilhadas ou sistemas prediais integrados. Moradia individual ou em lotes sem gestão condominial, predominante em periferias e áreas rurais, representando tipologia habitacional predominante.
No Brasil, essa tipologia abrange desde casas em loteamentos populares até habitações rurais, representando a maior parte do estoque habitacional. A tecnologia está sendo reconhecida como forma predominante de habitação, especialmente relevante onde gestão condominial não é aplicável.
O sinal de mudança é reconhecer que a habitação brasileira não se resume a 'edifício + sistemas prediais', mas inclui massivamente habitação individual onde tecnologias, serviços e gestão operam de forma diferente. Isso afeta como se pensa infraestrutura (água, energia, saneamento individual vs. coletivo), tecnologias (sistemas prediais vs. sistemas residenciais), e modelos de negócio (gestão condominial vs. gestão individual), especialmente relevante onde habitação individual é predominante mas requer abordagens diferentes de tecnologias e serviços.
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