
Cooperativas habitacionais e associações de autoconstrutores organizam compras coletivas, negociam com fornecedores, acessam linhas de financiamento específicas e compartilham custos de projeto e fiscalização. Esses modelos coletivos permitem que autoconstrutores se organizem para obter melhores condições de compra, crédito e assistência técnica, profissionalizando autoconstrução.
No Brasil, onde autoconstrução é predominante em periferias, esse modelo reduz custos, melhora qualidade e fortalece comunidade. A tecnologia está sendo adotada por organizações comunitárias e ONGs que apoiam autoconstrução, especialmente relevante em contextos onde acesso a crédito e materiais de qualidade é limitado.
O sinal de mudança é a formalização e profissionalização dessas iniciativas, com apoio de ONGs, bancos públicos e construtechs, criando novos modelos de produção habitacional que combinam organização comunitária com acesso a recursos e conhecimento técnico, especialmente relevante onde autoconstrução é forma predominante de produção habitacional.
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