
Redes comunitárias de financiamento são sistemas de empréstimo, poupança e financiamento organizados dentro de comunidades, bairros ou grupos sociais, sem instituições financeiras formais. Esses sistemas operam através de confiança comunitária, acordos sociais e organização coletiva, oferecendo acesso a crédito e poupança para famílias excluídas do sistema bancário. Sistemas de empréstimo e poupança organizados dentro de comunidades, sem instituições formais.
No Brasil, especialmente em periferias e áreas rurais, redes comunitárias de financiamento são comuns através de grupos de poupança, empréstimos rotativos e sistemas de crédito comunitário. A tecnologia está sendo reconhecida como forma comum de financiamento, especialmente relevante onde acesso a sistema bancário é limitado.
O sinal de mudança é reconhecer que o financiamento habitacional brasileiro não é apenas 'bancos + instituições formais', mas inclui massivamente sistemas comunitários que operam através de relações sociais e confiança local. Isso afeta como se pensa políticas habitacionais (sistema bancário vs. alternativas comunitárias), tecnologias (plataformas formais vs. ferramentas para organização comunitária) e modelos de negócio (instituições vs. redes sociais), especialmente relevante onde redes comunitárias representam inclusão financeira que pode ser apoiada sem perder caráter comunitário.
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