
Contratos colaborativos (como Integrated Project Delivery e alliancing) mudam a lógica de 'cada um por si' para metas compartilhadas e transparência de custos. Esses modelos contratuais alinham incentivos, compartilham riscos e reduzem disputas em projetos complexos, criando governança colaborativa.
No Brasil, onde litígios e aditivos são comuns, esses modelos começam a aparecer em projetos de maior complexidade e em players mais maduros, sobretudo quando há pressão por prazo e previsibilidade. A tecnologia está sendo adotada em projetos complexos, especialmente relevante em contextos onde colaboração e alinhamento de incentivos são críticos.
O sinal de mudança organizacional é governança e decisão técnica mais rápida, com menos desperdício transacional, criando novos modelos contratuais que reduzem litígios e melhoram colaboração, especialmente relevante em projetos complexos onde coordenação e alinhamento são essenciais.
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