
Plataformas digitais conectam construtoras a subempreiteiros e profissionais autônomos, com avaliações, histórico de produtividade, pagamentos rastreáveis e integração trabalhista. Esses sistemas facilitam conexão entre obras e equipes especializadas, oferecendo transparência e rastreabilidade.
No Brasil, onde informalidade é estrutural, essas ferramentas oferecem transparência, reduzem risco trabalhista e melhoram planejamento de curto prazo. A tecnologia está sendo adotada em construtoras que buscam profissionalizar gestão de mão de obra, especialmente relevante em contextos onde informalidade é problema estrutural.
O sinal de mudança é tratar mão de obra como 'gig economy profissional', com dados de desempenho e contratos mais flexíveis, mas com maior proteção e rastreabilidade, criando novos modelos de trabalho que combinam flexibilidade com formalização, especialmente relevante em setor onde informalidade é alta mas profissionalização é necessária.
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