
Armazenamento de água urbano doméstico refere-se à instalação crescente de sistemas individuais de armazenamento de água (caixas d'água, cisternas, reservatórios) em unidades habitacionais urbanas, criando capacidade de armazenamento que permite autonomia hídrica doméstica. Esses sistemas respondem a instabilidade de abastecimento, interrupções frequentes, qualidade inadequada de água e necessidade de preparação para eventos climáticos extremos. Sistemas individuais de armazenamento de água em áreas urbanas, criando autonomia hídrica doméstica como resposta a instabilidade de abastecimento e eventos climáticos.
No Brasil, especialmente em áreas periféricas e em períodos de seca ou crise hídrica, armazenamento doméstico de água é uma prática comum que permite continuidade de abastecimento durante interrupções. Famílias instalam caixas d'água maiores, sistemas de captação de água da chuva e reservatórios adicionais, criando capacidade de armazenamento que reduz dependência de abastecimento contínuo, especialmente relevante onde infraestrutura de abastecimento é instável e eventos climáticos extremos são frequentes.
O sinal de mudança é a transformação de abastecimento de água de dependência total de infraestrutura municipal para modelos híbridos que combinam abastecimento público com armazenamento doméstico, onde habitação assume responsabilidade por resiliência hídrica. Isso impacta infraestrutura urbana (redução de pressão sobre sistemas públicos), mercado de materiais (demanda por sistemas de armazenamento), políticas hídricas (reconhecimento de armazenamento doméstico) e qualidade habitacional (continuidade de abastecimento), especialmente relevante onde infraestrutura pública é instável e autonomia doméstica é necessária.
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