
À medida que serviços essenciais se digitalizam, aumenta a expectativa de transparência e controle regulatório sobre continuidade, qualidade e atendimento. Pressão por indicadores, auditoria e transparência em serviços essenciais digitalizados, oferecendo análise de questões regulatórias.
No Brasil, métricas e obrigações (energia, saneamento, mobilidade) tendem a incorporar mais dados em tempo real, criando incentivos — e disputas — sobre como medir, auditar e responsabilizar operadores. A tecnologia está sendo utilizada para melhorar regulação, especialmente relevante onde digitalização permite novos tipos de medição e auditoria.
O sinal de mudança é a transformação de regulação baseada em indicadores estáticos para regulação baseada em dados em tempo real, criando novos modelos de controle regulatório que incorporam mais dados, especialmente relevante onde transparência e controle regulatório precisam acompanhar digitalização.
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