
Uso de mão de obra familiar e aprendizado empírico é o modelo predominante de construção em autoconstrução no Brasil. Conhecimento técnico é transmitido oralmente entre gerações, através de experiência prática e observação, sem qualificação formal, certificação ou treinamento estruturado. Trabalho familiar (parentes, vizinhos, conhecidos) substitui mão de obra contratada, reduzindo custos mas também limitando acesso a técnicas e padrões formais. Construção baseada em conhecimento transmitido oralmente e trabalho familiar, sem qualificação formal.
No Brasil, esse modelo é estrutural na produção habitacional, especialmente em periferias e áreas rurais. A tecnologia está sendo reconhecida como modelo predominante, especialmente relevante onde qualificação formal é limitada.
O sinal de mudança é reconhecer que a construção brasileira não é apenas 'tecnologia + qualificação formal', mas inclui massivamente conhecimento tácito, redes sociais de trabalho e aprendizado prático. Isso afeta como se pensa capacitação (treinamento formal vs. transmissão oral), qualidade (padrões técnicos vs. conhecimento empírico) e produtividade (mão de obra qualificada vs. trabalho familiar), especialmente relevante onde tecnologias e políticas que ignoram essa realidade não alcançam a maior parte da produção habitacional brasileira.
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