
Transferência tecnológica transfronteiriça em habitação acessível descreve um fluxo reverso de inovação onde empresas brasileiras operam fábricas tanto no Brasil quanto em outros países (como EUA), exportando sensibilidade arquitetônica brasileira, técnicas de construção e modelos de negócio para habitação acessível. Diferente do modelo tradicional onde países em desenvolvimento importam tecnologias de países desenvolvidos, esse sinal aponta para habitação acessível como vetor de exportação de cultura de design e engenharia brasileira.
No Brasil, isso representa reconhecimento de que soluções desenvolvidas para desafios locais (déficit habitacional, custos, escala) podem ser valiosas em outros contextos, especialmente em mercados onde habitação acessível é também um desafio. A tecnologia está em estágio inicial mas mostra potencial para criar novos modelos de negócio baseados em exportação de conhecimento.
O sinal de mudança é a transformação de habitação acessível de 'problema local' para 'oportunidade de exportação de conhecimento', criando novos modelos de negócio onde expertise brasileira em habitação social e construção industrializada se torna ativo exportável. Isso impacta como se pensa inovação (não apenas importação, mas exportação), desenvolvimento de capacidades locais e posicionamento do Brasil no mercado global de construção e habitação.
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