
Sistemas construtivos industrializados e modulares utilizam componentes pré-fabricados em fábricas controladas, transportados e montados no canteiro. Incluem lajes, painéis de fachada, banheiros completos, módulos estruturais, sistemas pré-moldados de concreto, steel frame/light steel framing (perfis leves de aço galvanizado com fechamentos em placas OSB, drywall, cimentícias e isolamento térmico/acústico, incluindo modelos como Steelcorp) e construção modular para infraestrutura (ETEs, ETA, subestações, abrigos técnicos). Esses sistemas oferecem redução de prazo, melhor qualidade, menor desperdício e condições de trabalho mais seguras.
No Brasil, ganham tração em habitação social, obras públicas e infraestrutura. Steel frame (incluindo sistemas como Steelcorp) ganha espaço como alternativa rápida e limpa à alvenaria, especialmente em condomínios horizontais, casas de médio/alto padrão e expansões, combinando industrialização, previsibilidade de prazo e qualidade, mas ainda enfrenta barreiras culturais e de cadeia (disponibilidade de mão de obra qualificada e componentes padronizados). Construção modular para infraestrutura reduz tempo de obra e impacto no entorno, acelerando universalização de saneamento e expansão de redes elétricas em áreas densas ou remotas.
O sinal de mudança é a transição de construção artesanal para industrialização, criando novos modelos de produção que escalam moradia acessível e modernizam infraestrutura urbana, especialmente relevante em contextos onde velocidade, qualidade e escala são críticas para atender demanda habitacional e infraestrutural.
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